FUTEBOL CLUBE DO
PORTO
Jorge Nuno Pinto da Costa
Presidente

Futebol Clube do Porto
Página Oficial
Pagina FC Porto
Plantel FC Porto
www.fcporto.pt
Estádio do Dragão
Órgãos Sociais

Direcção
Jorge Nuno Pinto da Costa (Presidente)
Adelino Caldeira (Vice-presidentes)
Alípio Jorge
Álvaro Pinto
António Lobo Xavier
António Madureira
João Castro Neves
Fernanda Menezes
Fernando Gomes
Fernando M.S. Gomes
Ilídio Pinto
Joaquim Pinheiro
Lúcio Barbosa
Paulo Teixeira
Reinaldo Teles

Assembleia Geral
Sardoeira Pinto (Presidente)
Miguel Ângelo Bismarck (Vice-presidente)
Fernando Sardoeira Pinto (1º Secretário)
Delfim Barbosa (2º Secretário)

Conselho Fiscal
Domingos Matos (Presidente)
Sousa Ribeiro (Vice-presidente)
Tamagnini Barbosa (Secretário)
Armando Santos Costa (Relator de contas)
Jorge Armindo Teixeira (Relator de contas)
José Araújo e Silva (Relator de contencioso)
Manuel Veiga (Relator de sindicância)
Joaquim Pereira (Suplente)
Pedro Magalhães (Suplente
Setembro de 1893. Do nada, de uma ambição secreta que não podia mais ser reprimida,
nascia um F.C. Porto activo e dinâmico. António Nicolau d’Almeida, desportista por excelência
e exímio comerciante de Vinho do Porto, convidou, na qualidade de presidente do clube, o F.
C. Lisbonense para um jogo de futebol. Ficava na história a primeira aparição azul e branca.
Nos livros, em páginas amarelecidas pelo tempo, este é o registo mais antigo da actividade
portista.

Os anos seguintes foram de entusiasmo crescente. José Monteiro da Costa quis juntar, numa
comunhão que desejava profícua, o diverso trabalho da comunidade desportiva portuense,
maioritariamente portuguesa, obviamente, mas também com forte representação de Inglaterra,
berço do jogo que passaria a encantar a cidade. O impulso inglês levou mesmo a que
extinguisse o Grupo Recreativo «O Destino», que presidia, em favor do F.C. Porto. A estrutura
formava-se.

Os fundadores, os obreiros, homens verdadeiramente decididos a criar algo que orgulhasse
as gerações vindouras, garantiram desde logo um lugar especial num clube que já se
pressentia especial. O seu arrojo fê-los escolher o azul e o branco para cores do clube.
Apostavam na tranquilidade e na pureza e mantinham-se fieis aos princípios cultural e
desportivo. Num plano mais abrangente, criam que podiam representar um país que então
tinha os mesmos tons no estandarte.

O F.C. Porto assumia agora uma vocação nacional e universal. No primeiro emblema, claro,
destacava-se uma bola de futebol com as iniciais F.C.P. à qual, 20 anos depois, seria
sobreposto o brasão da cidade. O clube era agora um símbolo que começava a incitar
paixões. Em 1948, a vitória por 3-2 sobre o Arsenal de Londres, na época a melhor equipa do
mundo, é uma prova cabal das potencialidades que os portistas rapidamente atingiram. No
ano das bodas de ouro do futebol nacional, o clube mais cativante de um país que nos serviu
de modelo no popular desporto, rendeu-se à supremacia azul e branca. O F.C. Porto passava
a impulsionar todo o desporto português.

Ano após ano, conquista após conquista, o FC Porto foi ganhando fôlego. Tornou-se grande,
não só na ambição, mas também nas potencialidades desportivas. Somou títulos e
surpreendeu o país e o Mundo. A década de 80 foi talvez a mais memorável. Em 1987 e 1988,
a Taça dos Campeões, a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia, feitos
impressionantes, provas evidentes de uma filosofia especial. Alguns anos mais tarde, o Penta,
façanha única em Portugal. A história tinha agora um lugar especial para o clube.

Hoje em dia, o Mundo mudou e Portugal evoluiu. As realidades desportivas são outras, as
SAD’s passaram a ser quase uma imposição de um mercado muito competitivo, mas o F.C.
Porto permanece dinâmico e vencedor. O clube continua a representar a sua região e a servir
de baluarte para os seus legítimos interesses, mas tende a espalhar a sua filosofia de
simplicidade responsável e ambiciosa a todos os portugueses espalhados pelos cinco
continentes. Homens como Nicolau d’Almeida e Monteiro da Costa, onde quer que se
encontrem, estarão, por certo, muito orgulhosos da força que o seu esboço de F.C. Porto
alcançou.

O Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia e o Estádio do Dragão colocam o
clube em patamares de vanguarda difíceis de igualar. O futuro é risonho. A trabalhar em
condições únicas e modernas, a respeitar integralmente o seu passado, o F.C. Porto redobra
a sua pujança. Títulos como a Taça UEFA de 2002/03, a UEFA Champions League de
2003/04 e a Taça Intercontinental 2004 provam esta realidade inequívoca.

Para além do fulgor no futebol, o F.C. Porto é grande em todas as modalidades que pratica. O
palmarés fala por si e basta uma constatação simples para destacar a abrangência do azul e
branco: O Dragão é campeão nacional de hóquei em patins, basquetebol e andebol,
modalidades que, a par com o futebol, mais cativam os portugueses. O bilhar, a natação, o
atletismo, o desporto adaptado, os desportos motorizados, o boxe, o campismo, o xadrez, a
pesca, o karaté e o halterofilismo também contribuem para o sucesso do clube e asseguram
que o F.C. Porto é de todos e para todos.